HMUE reforça perfil assistencial e de orientação à população

O Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (Ananindeua / PA), 213 leitos, administrado desde 2022, é referência em urgência e emergência na Região Metropolitana de Belém há mais de 19 anos, com foco no atendimento de média e alta complexidade, oferecendo assistência integral, gratuita e humanizada aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

A unidade possui perfil assistencial voltado para casos de urgência e emergência, como vítimas de acidentes de trânsito, traumas diversos, ocorrências ortopédicas e clínicas de maior gravidade. O hospital também é referência no atendimento pediátrico de urgência e em grandes queimados, sendo a única unidade no Norte do Brasil a contar com um Centro de Tratamento de Queimados (CTQ), setor destinado para atendimento desse perfil.

Depoimento – Vítima de uma descarga elétrica de alta gravidade, Luciano Moura é um dos exemplos que ilustram o perfil de internação atendido HMUE. O jovem permaneceu mais de 300 dias internado na unidade, período dedicado ao tratamento de lesões graves e à reabilitação, recebendo assistência multiprofissional especializada. “Um trauma que mudou completamente a minha vida, mas graças ao atendimento rápido e ao cuidado de toda a equipe do hospital, hoje estou aqui me recuperando”, diz Luciano. “Sou muito grato por cada profissional que lutou comigo desde o primeiro dia”.

Fluxo de atendimento – O acesso ao HMUE ocorre prioritariamente via regulação estadual, com encaminhamento direto à unidade por serviços como o Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), ou ainda por demanda livre, quando o paciente chega por meios próprios. “O perfil do paciente atendido no Metropolitano, geralmente trazido por equipes de resgate, é de trauma grave de média ou alta complexidade, como fraturas expostas ou danos que exigem intervenção especializada imediata”, explica o médico e diretor técnico do HMUE, Augusto César Passanezi.

Em situações consideradas menos graves, a orientação é que a população procure inicialmente a unidade de saúde mais próxima, que fará a avaliação clínica e, se necessário, o encaminhamento adequado para serviços de maior complexidade. “Seguir essa organização do fluxo é fundamental para garantir que os pacientes em situações mais graves recebam atendimento com agilidade e segurança”, destaca a coordenadora do Núcleo Interno de Regulação (NIR) do HMUE, Débora Lourinho. “Quando a população procura as unidades adequadas para casos de menor complexidade, o cuidado necessário ocorre de forma mais rápida e eficiente, beneficiando tanto o paciente quanto toda a organização do fluxo”.

(Com informações da Ass. de Comunicação do HMUE).